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Esporão é reconhecido com o Robert Parker Green Emblem

O Esporão foi reconhecido pela Robert Parker Wine Advocate, uma das mais influentes e reputadas publicações mundiais, com o Robert Parker Green Emblem, juntando-se a um grupo exclusivo de produtores mundiais, pioneiros e líderes em sustentabilidade.

De acordo com a publicação o Robert Parker Green Emblem reconhece produtores de vinho defensores da sustentabilidade em todos os sentidos do termo, produtores que estendem os seus esforços para além dos requisitos da certificação biológica ou biodinâmica.

São os embaixadores e pioneiros da sustentabilidade, liderando a tarefa de tornar o setor vitivinícola e o planeta num lugar melhor para as gerações atuais e futuras.

Esporão é reconhecido com o Robert Parker Green Emblem
Esporão é reconhecido com o Robert Parker Green Emblem

O Esporão junta-se assim a um grupo exclusivo de produtores mundiais que, em conjunto com a produtora Julia Kemper, representam Portugal.

A sustentabilidade, mais do que parte do ADN, é fruto de uma cultura de responsabilidade, inovação e qualidade presentes no Esporão. Faz parte de um percurso diário e desafiante na Herdade do Esporão, Alentejo, na Quinta dos Murças, Douro, e na Quinta do Ameal, Vinho Verde.

Sustentabilidade assente na convicção de que o melhor para o Esporão, e o melhor para todos os seus colaboradores, passa pelo melhor para o futuro do planeta e para a vida das pessoas.  

Segundo a publicação Robert Parker Wine Advocate, “Esta é uma distinção mais para o grupo do que apenas para a Herdade do Esporão, embora esta seja uma empresa vinícola icónica e de considerável dimensão, totalmente certificada em 2019. Com 673 hectares de vinha, na sua quase totalidade com certificação biológica, o Esporão é um dos maiores produtores mundiais de vinhos com certificação biológica.

A liderança está a cargo de João Roquette, membro da família proprietária. O Esporão tem igualmente iniciativas sobre a correta utilização da água, energia e embalagens, bem como preocupações com os seus colaboradores.

Os salários baixos e as más condições de trabalho na agricultura são uma questão mundial e Portugal não é exceção”, afirma João Roquette. “No Esporão as distinções entre campo (um terço dos empregados da empresa) e escritório foram dissipadas. Todos têm os direitos e regalias tais como o transporte de e para o trabalho, almoço quente e sentado, seguro de saúde, acesso a advogado ou psicólogo pago pela empresa, possibilidade de um bónus de fim de ano e progressão na carreira com base no desempenho”.

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Para João Roquette, Presidente do Conselho de Administração do Esporão, “este reconhecimento é o resultado de um trabalho de equipa sincero, determinado e inovador que marcou a nossa identidade, cultura e posicionamento. Quando começámos este percurso fizemo-lo com a convicção e ambição de que seria o melhor para o Esporão, para qualidade dos nossos produtos, para o futuro do planeta e para a vida das pessoas”.