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Lavradores de Feitoria adoça 2020 com lançamento do ‘Três Bagos Colheita Tardia 2016’

Um néctar D’ouro reservado a 3140 garrafas.
Lavradores de Feitoria - 6º dia - Colheita Tardia
Lavradores de Feitoria – 6º dia – Colheita Tardia

Já está no mercado o tão aguardado ‘Colheita Tardia’ da Lavradores de Feitoria. Depois de 2010 e 2011, é a vez do ano 2016 dar palco a este ‘Três Bagos’, um vinho branco, de doçura requintada e muito peculiar na produção. Uma complexidade que dita que sejam em número limitado os anos de colheita e as garrafas produzidas.

São apenas 3140 garrafas, de 375 ml, deste ‘Três Bagos Colheita tardia branco 2016’, que tem um PVP de cerca de €14,50.

Lavradores de Feitoria - Três Bagos Colheita Tardia branco 2016
Lavradores de Feitoria – Três Bagos Colheita Tardia branco 2016

À semelhança dos seus congéneres e inspirado nos afamados Sauternes, o ‘Três Bagos Colheita Tardia 2016’ é feito da casta Sémillon – ou Boal do Douro –, sendo os cachos colhidos não no habitual tempo de vindima, mas propositadamente mais tarde, apenas e quando as uvas estão botrytizadas.

Aparentemente ‘estragadas’, as uvas estão precisamente no ponto ideal quando atingidas pela chamada podridão nobre, conferida pelo Botrytis Cinérea, um fungo que cobre a película da uva e permite que haja concentração de açúcares e sabores, num excelente equilíbrio entre a doçura e acidez.

Uma fermentação cuidada e a baixas temperaturas, seguida do estágio em barricas de carvalho francês durante um ano, conferem uma boa untuosidade e complexidade a este que é um delicioso néctar d’ouro.

Lavradores de Feitoria - 6º dia - Colheita Tardia
Lavradores de Feitoria – 6º dia – Colheita Tardia

O perfil idealizado para o ‘Três Bagos Colheita Tardia’ dita que seja um vinho de cor palha dourada viva e brilhante, tenha um aroma bastante exuberante, com notas cítricas, nuances de figo, mel e algum alperce, e um paladar muito agradável, fresco e cheio. Um vinho de sobremesa, mas que harmoniza na perfeição com entradas com presença de foie-gras. Deve ser consumido, idealmente, a 11.ºC.

A criação deste vinho – para colmatar a ausência de um vinho de sobremesa no portefólio da Lavradores de Feitoria – revelou mais um importante passo dado pela empresa, diferenciadora desde a sua génese, há 20 anos atrás. De notar que a Lavradores de Feitoria se mantém um projeto único, que resultou da união de pequenos produtores vitivinícolas do Douro (os lavradores de feitoria), que perceberam que juntos seriam mais fortes.

É hoje composta por 16 lavradores e 20 quintas, uma das quais adquirida com capital da empresa e onde está a nascer o desafiador projecto de uma nova sede, adega e loja de vinhos. Voltando ao início, pela primeira vez no Douro, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição, num esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro.

Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. No total, a Lavradores de Feitoria tem ao seu dispor uvas provenientes de mais de 600 hectares de vinha. 

O portefólio de vinhos da Lavradores de Feitoria é composto por Lavradores de Feitoria (branco, rosé e tinto), Três Bagos (Sauvignon Blanc, Reserva branco e tinto, Grande Escolha tinto, Grande Escolha Estágio Prolongado tinto e Colheita Tardia), Meruge (branco e tinto) e Quinta da Costa das Aguaneiras tinto, para além de outras marcas criadas para casos pontuais e/ou para o mercado externo.