Lançamentos vinho do porto

Taylor’s lança Single Harvest 1970

Um vinho sublime, ideal para celebrar 50 anos.

O Taylor’s Single Harvest 1970, o sétimo da série de edições limitadas de vinhos do Porto com meio século, é um vinho magnífico e um digno herdeiro da arte do envelhecimento em madeira que a Taylor’s afinou ao longo dos séculos.

Estes vinhos extraordinários envelhecem tranquilamente nas frescas e húmidas Caves em Vila Nova de Gaia onde as condições são ideais para que os vinhos possam gradualmente desenvolver os ricos e sublimes perfumes, característicos de um vinho do Porto muito velho.

Taylor’s Single Harvest 1970
Taylor’s Single Harvest 1970

A suprema elegância, o requintado sabor e o interminável fim de boca torna-os indispensáveis numa celebração de 50 anos, que se pretende inesquecível.

Adrian Bridge, director geral da Taylor’s, refere:

Desde que lançámos o primeiro Single Harvest em 2014, registamos um crescente interesse por parte dos amantes de vinho do Porto e colecionadores para estas colheitas raras. O vinho do Porto é um dos raros vinhos que após meio século de envelhecimento, apresenta enorme complexidade e delicadeza.

O Taylor’s Single Harvest 1970 está pronto a ser consumido. A temperatura óptima de consumo é entre os 12 e os 16ºC. Apresentado na clássica garrafa fosca associada aos famosos Tawnies de idade da Taylor’s está acondicionado numa elegante caixa de carvalho.

Vai estar disponível nas melhores garrafeiras do país a partir de Junho, com o PVP recomendado de €300.

Notas de Prova:

Núcleo mogno pálido cercado por um amplo bordo cor ouro pálido com subtis reflexos azeitona. Na primeira impressão, o vinho é etéreo, mas logo começa a mostrar camada após camada de aromas multidimensionais. Os primeiros a surgir são notas de madeira serrada e folha de charuto, num fundo de cedro, bálsamo e citrinos. Segue-se uma redolência suave e macia a maçapão, nozes e café, com notas de sultana e ameixa e notas picantes de pimenta preta e cardamomo. Finalmente, o nariz abre-se numa dimensão salgada discreta, com notas torradas e de ervas selvagens. Na boca, o vinho tem uma textura suave e aveludada. Rico, denso e sumptuoso, reveste a língua com opulento e maravilhoso sabor a café e a caramelo com notas de noz e casca de laranja cristalizada, mas com uma notável frescura vinda da corrente de viva acidez que percorre o paladar até o longuíssimo e extraordinário final. Um vinho do Porto maravilhosamente elegante, finamente constituído e admiravelmente amadurecido, que proporciona uma onda de riquíssimo sabor a cada gole.

Sugestões de Serviço:

Acompanha de forma sublime muitas sobremesas. Combina muito bem com sabores de figos, amêndoas e caramelo. É igualmente excelente para acompanhar um leite-creme ou uma taça de morangos. Também pode ser apreciado sozinho, no final da refeição, ou com nozes e outros frutos secos.

O ano vitícola de 1970, no Douro:

Os meses de Outubro e Março registaram uma pluviosidade acima da média. A Primavera foi muito seca tendo sido seguida de chuva em Maio e Junho. De Julho a Outubro não ocorreu quase nenhuma precipitação tendo a vindima decorrido em condições ideais. No início da vindima as uvas estavam em perfeitas condições e completamente livres de doenças. Dias ensolarados e noites frias resultaram em mostos com grande profundidade de cor que exigiram muito trabalho no lagar. Os rendimentos foram elevados e a expectativa da produção de vinhos de qualidade era grande.

As Caves Taylor’s:

As caves Taylor’s são autênticas ‘catedrais do vinho’, construídas há vários séculos fornecem as condições ideais para o longo e suave envelhecimento do vinho do Porto. Com grossas paredes de granito e tectos muito altos conservam uma temperatura baixa e constante ao longo do ano. Muito importante é também a proximidade das caves ao rio Douro e ao oceano Atlântico, que fornecem a humidade necessária a um bom envelhecimento, pois limitam a evaporação. Esta evaporação, essencial ao excelente envelhecimento dos Tawnies, permite o desenvolvimento de um fungo preto sobre as telhas das caves, responsável pela característica cor escura dos telhados das caves do vinho do Porto.

A Taylor’s:

A Taylor’s é uma das primeiras e históricas casas de vinho do Porto, tendo sido estabelecida em 1692. Empresa familiar desde a sua fundação dedica-se exclusivamente à produção de vinhos do Porto de grande qualidade, desde o plantio da vinha e cultivo das uvas à elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos lotes de vinhos. O compromisso da família com o futuro do vinho do Porto é também demonstrado na sua determinação em preservar o ambiente único da região do Douro, através da promoção de uma viticultura sustentável, nas suas dimensões ambiental, social e económica.

A empresa é sobretudo conhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais reconhecidos, procurados e coleccionáveis, provenientes da emblemática Quinta de Vargellas e das Quintas da Terra Feita e Junco.

A casa foi a criadora do LBV (Late Bottled Vintage), um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor, tendo ainda sido pioneira no lançamento do Chip Dry, o primeiro Porto Branco Seco e no lançamento do primeiro Vintage Single Quinta.

A Taylor’s é também reconhecida como o mais importante produtor de Tawnies de Idade e possui uma das mais extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco.