distinção prémios vinho do porto

Sarah Ahmed atribui 98 pontos ao Colheita 1966 da Casa Kopke

Colheita 1966 da Casa Kopke, mostra-se profundo e poderosamente intenso, de acordo com Sarah Ahmed, que lhe atribuiu uma distinção elevada.

O Colheita 1966 da Casa Kopke brilhou na mais recente prova de Sarah Ahmed, intitulada “Rare Museum Wines from Portuguese Icons” que teve lugar durante a Decanter Spain & Portugal Fine Wine Encounter, em Londres no final de Fevereiro.

Em prova estavam 10 vinhos ícones portugueses, tranquilos e fortificados, que o tempo se encarregou de aprimorar, tornando-os verdadeiros tesouros. 

Colheita 1966 da Casa Kopke
Colheita 1966 da Casa Kopke

Em 1966, vivíamos acontecimentos marcantes como o lançamento do sétimo álbum do grupo de rock inglês The Beatles – Revolver (a chamada revolução da Pop); a inauguração da Ponte 25 de Abril; uma seleção nacional liderada por Eusébio que alcança a semifinal no Campeonato do Mundo que viria sagrar a Inglaterra como campeã, entre tantos outros. 

Mas 2020 continua a ser “o ano” deste vinho que Sarah Ahmed descreveu como “profundo” e “poderosamente intenso”.

No momento da prova deste Colheita a sala encheu-se de suspiros, refere a conceituada jornalista e crítica de vinhos, um reflexo dos participantes face à elegância e complexidade aromática deste vinho que marca e persiste como apenas os grandes vinhos o conseguem fazer

Este resultado é fruto da consistência da qualidade dos Portos Colheitas da Casa Kopke, que encerra nas suas caves vinhos raros e exclusivos, engarrafados apenas por encomenda de forma a garantir a consistência do estilo da Casa e a sua herança para gerações futuras. 

Fundada em 1638, a Kopke ostenta orgulhosamente o título de Casa mais antiga de Vinho do Porto, com vinhos produzidos a partir de uvas provenientes da Quinta de São Luiz

Cada vinho conta uma história e, no caso dos Colheita Kopke, essa história é única. 

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