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Eventos provas de vinhos vinhos verdes

Casa da Tapada estreia-se em dois eventos na capital

Casa da Tapada (Vinhos Verdes), desde 2018 nas mãos da família Serrano Mira, participa em dois eventos em Lisboa. De 25 a 28 de Outubro, no GEVS, e de 09 a 11 de Novembro, no EVS.

A família Serrano Mira, detentora da Herdade das Servas, no Alentejo, e, recentemente, da emblemática Casa da Tapada – propriedade vitivinícola situada na bacia hidrográfica do rio Cávado, na sub-região com o mesmo nome e na região demarcada dos Vinhos Verdes – viaja até Lisboa para mostrar e dar a provar novidades de ambas as regiões.

No segundo caso, em estreia, com a dupla de brancos ‘CT Grande Escolha Loureiro 2018’ e ‘Casa da Tapada Superior Alvarinho e Loureiro 2018’.

Isto vai acontecer, não em um, mas em dois eventos. De 25 a 28 de Outubro, no ‘Grandes Escolhas Vinhos & Sabores’ (GEVS), evento que tem lugar no Pavilhão 1 da Fil e onde a Casa da Tapada e a Herdade das Servas vão ocupar o stand número 79. Dias depois, de 09 a 11 de Novembro, é tempo de rumarem até ao Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira, para participarem no Encontro com o Vinho e Sabores’ (EVS), onde o stand é o i39.

CT Grande Escolha Loureiro 2018
CT Grande Escolha Loureiro 2018 • DOC Vinho Verde PVP: €4,95 e 3,20, (750 e 375ml)

O monovarietal ‘CT Grande Escolha Loureiro 2018’ é um “Loureiro bastante sério”, segundo o enólogo Ricardo Constantino. Estagiou, por três meses, em cubas de inox e, após o engarrafamento, repousou em garrafa durante dois meses. É um vinho límpido e de cor citrina. Denota aromas de maçã, pêssego e laranja, com notas florais de citrinos e folha de louro, características indissociáveis da casta Loureiro. É fresco, frutado e equilibrado, com final de boca harmonioso e persistente. 

Casa da Tapada Superior Alvarinho e Loureiro 2018
Casa da Tapada Superior Alvarinho e Loureiro 2018 • PVP: €7,90

Terminada a fermentação alcoólica, o vinho ‘Casa da Tapada Superior Alvarinho e Loureiro 2018’ – feito a partir das uvas das castas Alvarinho (80%) e Loureiro (20%) – estagiou sur lies em cubas de inox, durante três meses. O resultado consiste num vinho límpido e de cor citrina. No nariz, sobressaem os aromas de lima, limão, pêssego e ananás, bem como as notas tropicais e florais de citrinos. É seco, complexo, fresco e encorpado, com final de boca frutado e persistente. “É um vinho com mais estrutura”, segundo e enólogo Ricardo Constantino, quando comparado com o anterior.

Casa da Tapada, uma história que ainda agora começou…
Casa da Tapada

O Alentejo é o berço da família Serrano Mira, herdeira de 13 gerações a produzir vinho na região (desde 1667) e onde possuem 350 hectares de vinha própria, na Herdade das Servas, propriedade vitivinícola situada a poucos quilómetros de Estremoz.

A Casa da Tapada é um investimento que remonta a 2018, ano em que produziram a primeira colheita de vinhos com cunho próprio. Seguiu-se a deste ano, que, a passos largos, chegará no mercado.    

A Casa da Tapada possui 24 hectares de área total, estando distribuídos pelos doze hectares de vinha; dez de mata centenária, com um surpreendente e diversificado património botânico; e os restantes dois em área de construção.

Com onze quartos, possui a casa principal, erguida em 1540 (sec. XVI) e reedificada por duas vezes, uma no século XVII e a outra no século XIX. Tem ainda a chamada ‘Casa da Eira’, com 4 quartos: a capela de Nossa Senhora da Guia; a loja de vinhos e toda a zona da adega.

O imponente solar da Casa da Tapada foi erguido em 1540 (séc. XVI) pelo poeta e conhecido humanista Francisco de Sá de Miranda – responsável pela introdução do movimento literário renascentista no nosso país –, que ali se instalou e começou a produzir vinho. Foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 1977.

Um valor histórico-cultural que pesou no investimento feito pela família Serrano Mira, que está já a apostar na melhoria das condições da propriedade e no enoturismo.

Em primeiro plano está a vinha. Impõe-se a reformulação de parte do vinhedo, com a replantação das castas brancas autóctones da região – Alvarinho e Loureiro – e a plantação de Pedernã – designação oficial para Arinto nos Vinhos Verdes.

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