Gastronomia identidade visual Restaurante

Rei dos Leitões renova identidade visual e abre novo espaço

Qualidade e dinamismo são palavras de ordem do restaurante.

A dupla Licínia Ferreira e Paulo Rodrigues apresentaram, há sensivelmente um mês, a nova identidade visual do restaurante Rei dos Leitões, situado na Mealhada, região da Bairrada.

O momento coincidiu com a inauguração da ‘Lojinha do Rei’, um espaço onde se podem adquirir produtos exclusivamente nacionais e de elevada qualidade – desde compotas, chocolates, loiças, objectos de artesanato, têxteis, vinhos e outros produtos – e que é paredes meias com a ‘Garrafeira do Rei’.

O logótipo é uma reinterpretação do anterior, agora carregado de contemporaneidade, dinâmica e com os “olhos postos no futuro” e em projectos que estão para nascer.

A composição mantém-se, com o símbolo de uma coroa (que, ao ser modular, pode ser apresentada com diferentes padrões), o lettering Rei dos Leitões e a assinatura a remeter para o ano de fundação: Est. 1947. Predominam duas cores: o preto e o amarelo, tão intrinsecamente ligado a universo Rei dos Leitões, pela presença nas paredes exteriores dos edifícios e em vários materiais e até veículos – com destaque para a “Amarelinha”, uma antiga e recuperada Renault 4L.

O desempenho criativo da nova identidade esteve a cargo do designer portuense Fernando Pendão, do atelier Pendão & Prior.

A implementação da nova identidade no restaurante sobejamente conhecido pelo ’Leitão Assado à Moda da Bairrada’, prato típico da região confeccionado com primor paralelamente a uma cozinha criativa e diversificada, está a ser feita de forma gradual.

Numa primeira fase, o novo logótipo foi implementado no estacionário, em sacos e na presença gráfica em eventos e patrocínios. As fardas são o próximo passo, enquanto as louças e a sinalização do restaurante terão de aguardar, a médio prazo, pela substituição.

Em contrapartida, o logótipo (antigo) calcetado no chão da entrada do restaurante jamais será substituído. “É uma obra de arte totalmente produzida à mão. As pedrinhas foram todas cortadas em guilhotina uma a uma. O Rei projecta-se no futuro com os pés assentes no passado”, justifica Licínia Ferreira, proprietária do restaurante.