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Brasil confirma excelência do Azeite Quinta da Pacheca

A dedicação e mestria colocadas no desenvolvimento do Azeite Quinta da Pacheca foi reconhecida internacionalmente com a atribuição de uma Medalha de Prata no I Brazil IOOC – International Olive Oil Competition, concurso que se realizou em São Paulo, no Brasil, e que colocou à prova quase uma centena de azeites oriundos de sete países — Brasil, Portugal, Argentina, Chile, Espanha, Itália e Líbano.

“É a terceira distinção obtida pelo Azeite Quinta da Pacheca só este ano, a primeira pela crítica especializada internacional”, salienta Hugo Fonseca, diretor de produção da Quinta da Pacheca. Ainda de acordo com o mesmo responsável, “apesar da nossa produção ter apenas cinco anos, o nosso azeite tem sido muito bem recebido pelos consumidores e pela crítica especializada, o que nos enche de orgulho. Estamos no bom caminho!”.

O júri desta primeira edição do Brazil IOOC – International Olive Oil Competition, que decorreu entre 14 e 16 de agosto, incluiu nove profissionais brasileiros e três portugueses, entre os quais estavam jornalistas, engenheiros agrónomos, sommeliers e chefs de cozinha.

Azeite da Quinta da Pacheca distingue-se pelos aromas típicos do Douro, com notas de rosmaninho, amêndoa e cacau, volume de boca, persistência e um ligeiro picante. Com 4400 unidades engarrafadas e PVP de 17 euros, o Azeite da Quinta da Pacheca pode ser encontrado nas melhores garrafeiras e lojas gourmet do País, e é especialmente direcionado para a exportação, estando presente em países como França, Dinamarca, Bélgica, República Checa ou China.

Na última campanha, a produção na Quinta da Pacheca ascendeu às 19 toneladas e as perspectivas é de que este número venha a crescer a breve trecho. A Quinta da Pacheca plantou dezenas de oliveiras nos últimos anos e encetou um processo de recuperação de árvores espalhadas pela propriedade, numa aposta que vem sendo coroada de êxito.

 “O Douro tem um terroir muito próprio, com um Inverno frio e um Verão quente, o que facilita a produção de azeitona de altíssima qualidade”, acrescenta Hugo Fonseca.

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