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Gastronomia restaurante sugestão

O verdadeiro rodízio para pôr fim aos preconceitos

Esqueçamos todos os preconceitos que temos acerca da experiência do rodízio brasileiro: o Fogão Gaúcho traz-nos carnes de qualidade, um serviço rigoroso e o prazer de podermos provar peças diferentes, num carrossel cuja viagem não queremos que chegue ao fim.

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO
O primeiro restaurante abriu em 2017, no Carregado, e no ano seguinte foi Carnaxide a acolher o segundo espaço da marca. A dar os primeiros passos está o Fogão Gaúcho de Alverca, que estabelece definitivamente um padrão: os sócios deste projecto gostam de se instalar em zonas residenciais – o que pode ser corajoso, numa altura em que o centro de Lisboa é tão movimentado e atractivo – e de trazer alternativas de qualidade a áreas com grande densidade populacional que sentiam falta de conceitos inovadores, espaços acolhedores e comida de qualidade.

Em cada espaço, estes embaixadores da tradição brasileira em Portugal trazem sempre uma pitada de cultura e dos hábitos do seu país, com um serviço de excelência, num ambiente confortável e cuidado.  Tradição, sim, mas sempre com um olhar aberto para as práticas da gastronomia internacional – o cupim, por exemplo, é confeccionado em sous-vide. A decoração é toda à base da madeira de pinho, a fazer lembrar as casas do Rio Grande do Sul, com um ambiente igualmente acolhedor e convidativo.

O hábito gaúcho dos churrascos surgiu nos invernos rigorosos da Planície dos Pampas (que abrange parte do Rio Grande do Sul, no Brasil, o Uruguai, e algumas províncias da Argentina) em que o churrasco aquecia corpo e alma. A tradição mantém-se até aos dias de hoje e, em toda a América do Sul, é um ritual levado muito a sério. No Fogão Gaúcho os cozinheiros são todos brasileiros, herdeiros desta passagem de  gerações.


QUALIDADE E PROXIMIDADE

O rodízio de carnes pode ter 6 ou 12 momentos, dependendo do apetite e, ao contrário do que acontece em muitos dos conceitos de rodízio que vamos conhecendo por cá, começa com as carnes mais nobres, para que o cliente desfrute dos melhores cortes, como a Picanha, sem qualquer tipo de constrangimento. Mas há também Costela gaúcha, Cupim, Maminha, Alcatra, Baby beef com queijo e bacon, Corações de galinha, num desfile que só termina quando o cliente quiser. As carnes vêm da Europa e da América do Sul, mas há também espécies portuguesas vindas dos Açores, como Picanha e Maminha de Vitelo, e Baby beef, todos cortes com Indicação Geográfica Protegida.

Nos vinhos, há referências Argentinas mas sobretudo uma forte ligação com os produtores da zona de Alenquer. O vinho da casa é das Caves Rendeiro, que acompanha na perfeição esta experiência até ao final –  produzido a 2 km do Fogão Gaúcho do Carregado. A proximidade é realmente um dos vértices do projecto, nomeadamente em relação ao público, que rapidamente se sente em casa, com comida de convívio e de muita qualidade. 

Conhecer a tradição gastronómica brasileira é mais fácil depois de uma experiência de churrasco. No Fogão Gaúcho podemos vivê-la por inteiro.

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